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sábado, 31 de janeiro de 2015

Governo da República vai explicar PAEF

                             
Equipa da ministra Maria Luís Albuquerque terá que explicar a prorrogação da austeridade na Madeira.
Um dos membros da equipa da Maria Luís Albuquerque vai explicar a prorrogação do Plano de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) da Madeira no parlamento nacional. O requerimento para ouvir o Ministério das Finanças foi apresentado pelo deputado socialista madeirense, Jacinto Serrão, e foi aprovado, apenas com uma alteração do PSD para que a ministra pudesse delegar a presença na audição em algum dos secretários de Estado.
No requerimento, o socialista insular lembra as origens do PAEF, recorda ainda o pedido de prorrogação feito por parte do Governo Regional, “sob pena de restituição do valor não utilizado”.  O deputado sublinha, porém, que para além de pedir para receber o dinheiro não utilizado, o “secretário regional do Plano e Finanças, veio requerer à Ministra de Estado e das Finanças, que o Programa fosse ‘mantido em vigor até ao final do ano de 2015, para que a Região possa utilizar na íntegra o montante contratado” .
“Pese embora a Secretaria Regional do Plano e Finanças da Madeira entender que o PAEF estaria em vigor até final de 2015  pois o financiamento estaria programado até essa data e que, por isso, deveriam estar dispensadas de quaisquer formalidades tendentes à prorrogação do prazo para utilização das verbas em falta, terão procedido de acordo com as directrizes indicadas pelo Ministério das Finanças”, lê-se no documento.
“Independentemente de o pedido formal ter sido uma exigência, ou não, do Ministério das Finanças, importa essencialmente clarificar os termos e as consequências de tal pedido”, defende.
Jacinto Serrão alega mesmo que se colocam muitas dúvidas sobre o processo. Estas questões deverão, porém, ser esclarecidas em breve.


Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/495612/politica/495658-governo-da-republica-vai-explicar-paef#comment-583076

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Esfreguei um exemplar do JM na cara do Sr. Ministro Relvas

Chamei a atenção para a hipocrisia e para os falsos moralismos do Governo PSD/CDS que impus uma dupla austeridade ao Povo madeirenses, mas deixou incólumes os desvarios dos governos do PSD na Região.

Ainda no tempo do Sr. Ministro Gaspar, chamei a atenção para o despesismo do JM e para a irresponsabilidade de quem gere o dinheiro dos contribuintes…

Esta foi uma, entre as inúmeras iniciativas que já fiz sobre a vergonhosa situação do JM e os atentados à Lei e à Constituição. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!

https://www.facebook.com/jacinto.serrao/videos/vob.100001175716343/441878339194686/?type=2&theater

sábado, 13 de abril de 2013

Contra os ataques do Governo PSD/CDS às Autononias

Finanças... intervenção na audição ao Governo PSD/CDS sobre a sua proposta de lei de finanças das regiões que, aliás, o único deputado das regiões insulares a defender a Madeira deste ataque às autonomias


quinta-feira, 21 de março de 2013

Basta de Vira Casacas


Basta de Vira Casacas! ...com a delegação do Parlamento da Madeira, sobre a famigerada Lei de Finanças Regionais do PSD e do CDS, que transforma, obviamente, estes partidos em vira casacas, atendendo às contradições entre o que disseram há dois anos e o que fazem agora

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Ministério das finanças determina os pagamentos na Madeira

Diário de Notícias, Domingo, 3 de Fevereiro de 2013
100 milhões de euros para a saúde

Metade do dinheiro do OE foi para pagar dívidas do SESARAM e farmácias
Sandra Cardoso, em Lisboa

Só para o Serviço de Saúde da Região foram 64,5 milhões de euros.
A maior parte do dinheiro (53%) das transferências do Orçamento de Estado (OE) para a Madeira foi para o pagamento de dívidas vencidas ao Serviço Regional de Saúde (SESARAM) e às farmácias. A informação foi disponibilizada pelo Ministério das Finanças, em resposta a uma pergunta colocada pelo deputado madeirense do PS, Jacinto Serrão.

No documento, a equipa de Vítor Gaspar confirma que todo o dinheiro das transferências de Estado em 2012 foi para o pagamento de dívida vencida, aliás, como manda a lei. "Por violação dos limites de endividamento apurados no ano 2011, face aos disposto no art. 106º da Lei do Orçamento de Estado, e em conformidade com o despacho do senhor ministro de Estado e das Finanças, de 5 de Janeiro de 2012, tem sido efectuada a retenção das tranches trimestrais relativas às transferência do Orçamento de Estado para 2012 para a Madeira", lê-se.

O Governo cita a lei de Finanças das Regiões Autónomas, para lembrar que a importância retida "é afecta, de imediato, à amortização de dívida da respectiva Região, em conformidade com a indicação dada pelo competente Governo Regional".
Posta a explicação, que foi solicitada pelo socialista na sequência dos boletins de execução orçamental da Direcção-Geral do Orçamento (DGO), o Ministério das Finanças esclareceu qual o destino do 189 milhões de euros de transferências.
E foram cinco os destinatários: SESARAM , reembolso parcial de operações titularizadas, pagamento à Associação Nacional de Farmácias, pagamento de co-financiamento de projectos comunitários e indemnizações compensatórias a empresas de transportes.
Para onde foram os 189 milhões do OE de 2012?

Fonte Ministério das Finanças
64,5 Milhões SESARAM

60 Milhões Reembolso parcial de operações titularizadas

36 Milhões Pagamento a Associação Nacional de Farmácias

8 Milhões Pagamento de co-financiamento de projectos comunitários
4,7 Milhões Indemnizações compensatórias a empresas de transportes

Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/368055/politica/368134-100-milhoes-de-euros-para-a-saude

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A política do faz de conta: CDS-PP e a vertigem de JMR



O CDS-PP (madeira), com os seus numerinhos de propaganda quase infantis, denuncia uma política que anda sempre a reboque das ideias dos outros e dos acontecimentos mediáticos.


A propósito da acusação feita pelo MP ao Governo Regional, relativamente à investigação “cuba livre”, o CDS-PP, com a anunciada moção de censura, volta a não surpreender. Apanha a boleia e faz mais um número político e, ao mesmo tempo,  sacode a água do capote, para não falar da mistura dos princípios constitucionais da separação de poderes.

Ora, o problema político da ocultação da dívida há muito que já é conhecido e o Governo da República (PSD/CDS) e tem esse dossier nas mãos. Nesta vertente, ao invés de andar a brincar à política, o CDS-PP (madeira) poderia e deveria ter feito muito mais para resolver este grave problema que depende da política do seu Governo. O problema é grave do ponto de vista político, ou seja, os madeirenses estão a sofrer na pele as consequências da austeridade que advém do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) imposto pelo Governo PSD/CDS, de um resgate que penaliza os madeirenses e mantem o Governo Regional e os serventuários do regime à rédea solta, praticando as mesmas políticas esbanjadoras de sempre.
Do ponto de vista judicial, compete aos tribunais apurar as responsabilidades criminais dos eventuais prevaricadores.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

PS contra Lei de Finanças

Diário de Notícias, sexta, 22 de fevereiro de 2013

Carlos Pereira confiante que o partido vai acolher ideias da Madeira na LFRA Sandra Cardoso, em

Lisboa Tranquilo. È com este estado de espírito que a comitiva socialista madeirense, liderada pelo líder parlamentar Carlos Pereira, regressa ao Funchal, depois de uma reunião ontem com o grupo parlamentar do PS na Assembleia da República para discutir a Lei de Finanças das Regiões Autónomas (LFRA). Tudo porque havia a suspeita de que o PS poderia votar ao lado da maioria, na votação final global, depois do acordo alcançado com o Governo Regional dos Açores. Uma situação impensável para o PS-M, que diz que vai usar todas as forças na luta contra a proposta de Passos/Gaspar. A questão parece, contudo, afastada. "O que nos foi transmitido é que estaria fora de questão viabilizar a lei uma vez que não se acredita numa alteração significativa na especialidade", explicou o insular. Carlos Pereira, que se fez acompanhar de Maximiano Martins e do deputado em São Bento, Jacinto Serrão, disse ter procurado transmitir ao líder parlamentar, Carlos Zorrinho, as 15 propostas de alteração à LFRA que o PS-M pretende apresentar e para as quais espera contar com o apoio do PS. "Não ficou nada fechado, mas houve abertura para uma análise", revelou. Para além da apresentação das propostas, o PS procurou ir mais longe na contextualização do problema. "Procuramos fazer ver que com esta lei o Governo PSD/CDS mata a autonomia regional e abandona meio milhão de portugueses que vivem nas ilhas", disse. E acrescentou: "A lei não pode ser feita tendo como base questões conjunturais, mas estruturais e o que se passa é que se trata de uma lei para castigar políticos prevaricadores com um prejuízo apenas para o povo". O socialista madeirense recusou ainda que o acordo entre Funchal e Ponta Delgada prejudique a Região neste processo. "A Madeira acaba por beneficiar com esta medida, uma vez que a capitação do IVA é feita tendo como base a taxa de 23%, apesar de ser de 22% na Madeira", frisou. "Claro que nos Açores essa vantagem é maior porque têm taxas bastante inferiores", concluiu.

 Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/politica/2013-02-22

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PS quer Vítor Gaspar a explicar Madeira

Diário de Notícias, quarta, 3 de outubro de 2012

 PS quer Vítor Gaspar a explicar Madeira

Parlamento discute audição do ministro das Finanças sobre a Madeira
Sandra Cardoso, em Lisboa

O PS quer obter em Lisboa as explicações que não consegue na Madeira. Os socialistas entregaram um documento ao abrigo do regimento parlamentar a pedir a presença do ministro das Finanças na Assembleia da República para explicar a situação do Plano de Assistência Económico e Financeiro da Madeira (PAEF), que é hoje discutido na comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República (AR).

"Foi tornado público pela comunicação social que o Ministério das Finanças e da Administração Pública suspendeu as transferências do Estado e das tranches do resgate para a Região Autónoma da Madeira, por incumprimento das metas de consolidação orçamental previstas no PAEF", lê-se no requerimento, que recorda ainda que o programa assinado pelo Funchal e por Lisboa prevê um empréstimo no montante de 1500 milhões de euros, "associado a medidas de condicionalidade que têm profundos impactos orçamentais e na organização económica e social da Região".
Os socialistas - por iniciativa do deputado madeirense Jacinto Serrão - defendem que a avaliação do PAEF "deveria ser do conhecimento público e, particularmente, da AR". O PS lamenta ainda que o parlamento nacional não tenha visto nem discutido e plano e que o tenha que seguir a situação financeira da Região pela imprensa. Por isso considera crucial que Vítor Gaspar se desloque a São Bento para clarificar a questão aos parlamentares e solicita ainda os "documentos relevantes para o acompanhamento e avaliação deste assunto".
O DIÁRIO sabe que a situação do PAEF da Madeira continua sem desenvolvimentos, ou seja, as transferências estão suspensas e o Governo Regional aguarda que a equipa de Vítor Gaspar aprove a proposta de ajustamento pelo lado da despesa enviada.

Anúncio: Deputados da Madeira aguardam por austeridade

Expectativa. È esta a palavra que melhor define o sentimento dos deputados madeirenses na Assembleia da República em relação às medidas que Vítor Gaspar vai hoje anunciar para o Orçamento de 2013. O socialista Jacinto Serrão não esconde a preocupação e acredita que é a doer. "O pior é que esteve Governo já está numa situação de: 'perdido a vela, perdido a remos'", analisa, especulando aumentos nos impostos ao nível do IRS ou o corte de subsídios para todos, público e privado. O centrista José Manuel Rodrigues alinha no mesmo rol de preocupações. "Espero que a reforma no IRS não seja um aumento de carga fiscal", adverte. O deputado enaltece, contudo, o recuo do Governo na Taxa Social Única. Já Hugo Velosa, pelo PSD, prefere esperar para ver. "Claro que vem aí um apertar de cinto, mas não me vou pronunciar antes de se saber do que se trata", justificou.

Fonte http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/politica/2012-10-03

http://www.flickr.com/photos/psmadeira/8049810988/sizes/o/in/photostream/

sábado, 22 de setembro de 2012

A austeridade fracassou


O Governo PSD/CDS, com estas políticas impiedosas, até parece elegeu o POVO como o seu principal adversário. Com as suas políticas de empobrecimento generalizado das pessoas, o PSD e o CDS-PP desiludem em todos os domínios: social, económico e até financeiro. Os resultados desastrosos já começam a ser conhecidos, atestando o falhanço do Governo: PIB, - 2,8%; desemprego, no último ano, sobe 26,3%; deficit, 6,9%; dívida pública já está em 111,3% do PIB.

E, em vez de mudar de rumo, aceleram neste caminho que nos leva ao precipício. Ora, das duas, uma: ou temos generais doidos que, sabendo que já perderam a guerra e, em ato de desespero, continuam a mandar os restantes soldados para a frente de combate, ou então querem premeditadamente lançar o País no buraco da pobreza e da miséria, com o extermínio da classe média.

Quanto aos temas mais quentes, diga-se que a TSU não é uma mediada da Troika, corresponde à vontade de tirar aos trabalhadores para dar às empresas. E, nesta matéria, registe-se a atitude demagógica e sem sentido de Estado do líder do CDS-PP: criou o tabu, abriu uma crise política e acalentou a esperança nos que ainda acreditavam na sua palavra, mas (mais uma vez) defraudou tudo e todos, dizendo que tudo o que o Passos Coelho anunciou era do seu conhecimento e tinha o seu doído consentimento.
Quanto aos reformados e pensionistas, o PSD/CDS olha para estas pessoas como um peso a mais e vão retirar três vencimentos (os dois subsídios e a carga fiscal que equivale a um vencimento, ou mais), ou seja, um esbulho, como disse Bagão Félix.

 Diário de Notícias da Madeira, Jacinto Serrão, 22.09.12
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/politica/2012-09-22


domingo, 16 de setembro de 2012

Afinal, de que serviu este tabu de Paulo Portas?

O dr. Paulo Portas esteve, há pouco, em direto nos canais de televisão a fazer mais um exercício de demagogia.
Ora, criou o tabu, fez de conta que estava determinado a alterar as medidas anunciadas pelo Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças, agigantou as especulações em torno da coligação PSD/CDS, deixou passar a ideia de que não conhecia as medidas anunciadas pelo PM e acalentou alguma esperança nos que ainda acreditavam na palavra do CDS-PP.


Além disso, consentiu aos seus diretos colaboradores, como seu Vice-presidente do CDS-PP, José Manuel Rodrigues, … fazerem, nestes dias de tabu, toda a montagem e encenação acima referida.


Afinal, de que serviu este tabu de Paulo Portas? Para dizer que tudo o que o PM, Passos Coelho, e Victor Gaspar anunciaram era do seu conhecimento e do seu doído consentimento?

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Serrão pede documentos das dívidas da Saúde

Diário de Notícias, terça, 14 de agosto de 2012

Deputado pede elementos que justificam uma eventual retenção das verbas para a Madeira.

Jorge Freitas Sousa

O deputado do PS-M na Assembleia da República entregou um requerimento, junto da presidência do parlamento nacional, em que pede dados ao Ministério da Saúde sobre as dívidas das Regiões Autónomas.

Jacinto Serrão reage, assim, às notícias recentes que dão conta da intenção do Governo da República de reter parte das transferências para a Madeira e para os Açores, com base em dívidas por regularizar, entre as Regiões Autónomas e o Serviço Nacional de Saúde.

Ainda segundo as informações que foram divulgados na última semana, a retenção global para as duas regiões seria de 77 milhões de euros, sendo 59 milhões das transferências do Estado para os Açores e 18 milhões, para a Madeira.

Estas dívidas, relativas a serviços de prestados pelo SNS a cidadãos portugueses com residência nas regiões autónomas - a maior parte diz respeito a tratamentos oncológicos realizados no continente -, já foram contestadas pelos dois governos regionais.

No caso da Madeira, o SESARAM contrapõe a dívida, assumida, de 18,7 milhões com outra, de 19,1 milhões que estaria por saldar, desta vez tendo a Região como credor. Este valor resultaria do atendimento de portugueses não-residentes na Região e de verbas relativas a vários subsistemas de Saúde, da responsabilidade dos ministérios da Defesa, Justiça e Administração Interna, que não terão sido pagas pelo Governo da República ao SESARAM.

Independentemente desta situação, Jacinto Serrão deixa claro, no requerimento que será remetido ao ministro Paulo Macedo que o importante é "conhecer tudo o que está em causa a bem da verdade e da transparência dos actos do Executivo".

O deputado socialista começa por requerer, na carta a que o DIÁRIO teve acesso, "a informação e todos os elementos úteis sobre os serviços prestados pelo Serviço Nacional de Saúde aos utentes das Regiões Autónomas, nomeadamente no que se refere aos custos, por valências e globais".

Serrão também pretende informações detalhada sobre os elementos que "legitimam" a eventual retenção de transferências do Estado para as Regiões.

O deputado do PS-M espera que estes elementos oficiais, solicitados com base em normas constitucionais que obrigam o Governo da República a fornecê-los, permitam esclarecer uma situação que, a confirmar-se os cortes nas transferências, poderá criar problemas graves, na Madeira e nos Açores.

Ao longo da última semana, vários partidos recomendaram um acerto de contas entre a Região e a República, para evitar mais penalizações para os utentes do SESARAM.

Estes elementos solicitados por Jacinto Serrão também permitirão avaliar quais as especialidades médicas e serviços de saúde que obrigam ao recurso ao continente.

A regionalização da Saúde, com a consequente responsabilidade administrativa e financeira, criou esta situação que obriga a que as Regime paguem pelos serviços prestados, no continente, aos seus utentes e vice-versa

Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/politica/2012-08-14


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Será que é desta que vamos acabar com o escândalo do JM?


Se o PSD, de Passos Coelho, quiser continuar a apaniguar o regime de Jardim pode, pois basta o CDS manter  a coerência e assim conseguimos maioria na AR.

Secretário de Estado, Feliciano Barreiras Duarte, voltou a prometer legislação que acaba com jornais públicos. Desta vez, definiu um prazo, ou seja, até ao fim do ano acaba-se o escândalo.

Esperemos, agora, que Ministro Gaspar imponha ética no Plano de Resgate para a Madeira e responda, consequentemente, às  questões que lhe foram colocadas... 
(ver: "Serrão obriga Gaspar a falar do Jornal da Madeira")



terça-feira, 1 de maio de 2012

Só 300 milhões para pagar os calotes do GR

Em relação aos calotes do GR aos fornecedores, hoje o Diário dá a notícia da resposta do Ministro à minha pergunta.
Dos 1000 milhões do Plano de resgate, só 300 milhões entram em circulação na economia regional, ou seja, para pagar os ditos calotes que ascendem a 2000 milhões.

E os fornecedores continuam com a corda ao pescoço, alguns  já na falência e outros  mandar trabalhadores para o desemprego.
Será que Aberto João Jardim está a explicar, nas missas, como é que vai pagar os calotes?


Já vi reações de certos dirigentes do PSD-Madeira a desmentirem a informação do Diário, então deixo na íntegra a pergunta e a reposta do Sr. Ministro das Finanças:

domingo, 29 de abril de 2012

Vítor Gaspar põe as “mãos no fogo” por Jardim


Vítor Gaspar põe as “mãos no fogo” por Jardim
Em relação à dívida oculta, Vítor Gaspar põe as “mãos no fogo” por Jardim.
Não responde ao contrato que deveria ter sido assinado entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Governo da República, no âmbito da Lei de Meios e diz que o Plano de resgate está ser cumprido. Por sua vez, Jardim diz que existe uma operação cirúrgica, a partir de Lisboa, para atacar a Madeira. Ok!...

Notícia da LUSA:

O deputado do PS eleito pelo círculo da Madeira Jacinto Serrão afirmou hoje que ainda não foi transferida qualquer verba do empréstimo da República à Região Autónoma da Madeira, mas Vítor Gaspar garante que o calendário está a ser cumprido.

"Decorridos três meses da assinatura do plano de resgate que previa uma dotação orçamental de mil milhões de euros para ajudar a Madeira a superar as suas dificuldades, até agora não foi transferido absolutamente nada. Quem é que está em incumprimento, o governo regional ou o Governo da República?" questionou o deputado socialista.

Vítor Gaspar respondeu afirmando que "nestes poucos meses de execução [do programa de ajustamento acordado] o progresso tem-se verificado de acordo com o previsto no próprio acordo e de acordo com os seus calendários".

O deputado socialista questionou ainda o ministro sobre o contrato de investimento que deveria ter sido assinado entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Governo da República, no âmbito da lei de meios (para a reconstrução da Madeira após os efeitos do mau tempo em 2010), e sobre os dois mil milhões de euros em dívidas alegadamente escondidas pela Região e que foram alvo de investigação pelas autoridades na última semana, como foi noticiado.

O governante disse que, no âmbito da investigação feita pela Inspeção-Geral de Finanças (IGF) ainda antes do final de 2011, "a IGF fez sistematicamente a circularização das dívidas reportadas da Região Autónoma da Madeira, pelo que a informação está confirmada quer utilizando informação dos devedores quer utilizando informação dos credores".

 LUSA

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Vítor Gaspar põe as “mãos no fogo” por Jardim

Em relação à dívida oculta, Vítor Gaspar põe as “mãos no fogo” por Jardim.
Não responde ao contrato que deveria ter sido assinado entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Governo da República, no âmbito da Lei de Meios e diz que o Plano de resgate está ser cumprido. Ok!...

Por sua vez, Jardim diz que existe uma operação cirúrgica, a partir de Lisboa, para atacar a Madeira. Ok!...


Diário de Notícias
Sexta, 27 de Abril de 2012
Política

Vítor Gaspar nega nova dívida da Madeira
Serrão perguntou a Gaspar sobre dívida e sobre dinheiro do plano de resgate

Sandra Cardoso, em Lisboa
O responsável pelas Finanças do país desmentiu a notícia do DN-Lisboa. FOTO LEONARDO NEGRÃO/GLOBAL IMAGENS

O ministro das Finanças não tem informações de novas dívidas escondidas na Madeira. A garantia foi deixada ontem na Assembleia da República por Vítor Gaspar, que está confiante que a situação das contas públicas regionais é a que consta do relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), conhecido em Setembro do ano passado e que esteve na base do plano de assistência financeira da Madeira.
"A IGF fez sistematicamente a circularização das dívidas reportadas da Região Autónoma da Madeira, pelo que a informação está confirmada quer utilizando informação dos devedores, quer utilizando informação dos credores", respondeu o governante, depois de ter sido interrompido pelo presidente da mesa em exercício, Ferro Rodrigues, que o alertou para o tempo precisamente no momento em que estava a dar resposta ao deputado madeirense do PS.

A resposta de Vítor Gaspar vai ao encontro da que foi dada pelo Governo Regional, que negou a descoberta de novas dívidas não reportadas, que elevariam para 8 mil milhões a dívida total da Madeira.
Jacinto Serrão confrontou o ministro com as notícias de uma alegada nova dívida oculta na Madeira no valor de dois mil milhões de euros, que teria sido descoberta pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), no âmbito da operação 'Cuba Livre', que esta semana tem estado a recolher dados e a ouvir pessoas na Região sobre as contas insulares. Para além disso questionou ainda sobre a aplicação do plano de assistência financeiro na Madeira. "Decorridos três meses da assinatura do plano de resgate que previa uma dotação orçamental de mil milhões de euros para ajudar a Madeira a superar as suas dificuldades, até agora não foi transferido absolutamente nada. Quem é que está em incumprimento, o Governo Regional ou o Governo da República?" perguntou o deputado socialista. Também aqui Vítor Gaspar negou atrasos. "Nestes poucos meses de execução [do programa de ajustamento acordado] o progresso tem-se verificado de acordo com o previsto no próprio acordo e de acordo com os seus calendários", atestou.
O socialista recordou ainda o ministro do contrato que deveria ter sido assinado entre o Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Governo da República, no âmbito da Lei de Meios (para a reconstrução da Madeira após os efeitos do mau tempo em 2010), mas não obteve resposta.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/321229/politica/321331-vitor-gaspar-nega-nova-divida-da-madeira

sexta-feira, 16 de março de 2012

Governo forte com o Povo, mas fraco com o regime jardinista

Só visto para acreditar: o PSD hipocritamente disse que o PS é que era responsável pelos problemas da (des)governação de Jardim,que governa a RAM há 38 anos com maiorias absolutas, o CDS lava as mão como Pilatos e lança a cortina de fumo da demissão de JMR de vice da bancada parlamentar… o Secretário de Estado disse que o Governo PSD/CDS limitou-se a transcrever para a Lei o AJJ pediu… Moral da História: o CDS (lá e cá) lava as mãos, o PSD de lá assobia para o ar, os deputados do PSD de cá votam contra a assinatura do chefe AJJ e o Governo PSD/CDS faz a vontade às políticas de regabofe de AJJ e o povinho paga a fatura deste horror fiscal...

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ajoelhou Vai Ter de Rezar

Alberto João Jardim obriga toda a malta que trouxe a Madeira à falência a ir com ele às missas, os presidentes de Câmara e de Junta não têm remédio, ajoelharam vão ter de rezar. Os autarcas temem ficar marcados pelo anúncio de medidas negativas e a revelação do falhanço da governação neste 36 anos do poder laranja, mas não vão contrariar Jardim. Os autarcas eleitos estão a ser 'intimados' pelo presidente do partido e do Governo.
O Paul compreende que esta malta está com vergonha de ter de ir confessar as suas irresponsabilidades, incompetências, negligências …. Por isso, aqui vai uma música dedicada à malta:
Ajoelhou Vai Ter de Rezar





Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/307193/politica/307218-jardim-quer-autarcas-nos-adros-das-igrejas

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pecou, então cumpra a penitência




AJJ decidiu ir à porta de todas as Igrejas da Região para, alegadamente, explicar o seu plano de austeridade que impende sobre o POVO, um plano que resulta, como consequência, dos seus pecados de 36 anos de governação...


Alberto João Jardim anda nas missas, em todas as Igrejas da Região, a confessar os seus pecados, mas o bom cristão assume e cumpre a penitência. 

A penitência é para o pecador não para o POVO que, infelizmente, vai arcar com a canga da dupla austeridade que vai asfixiar a Economia e o emprego

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Oposição critica resgate


Oposição critica resgate

Serrão levou o plano de resgate a Lisboa e animou debate em plenário


Jacinto Serrão contestou o "secretismo" do plano e acusou o primeiro-ministro de não se preocupar com os cidadãos.

"É caso para desconfiar que o senhor primeiro-ministro está mais preocupado com o interesse da do PSD-M do que com o interesse dos cidadãos". Foi desta forma que o deputado do PS eleito pela Madeira, Jacinto Serrão, criticou ontem o plano de assistência financeira à Madeira, numa declaração política ao parlamento.
O socialista criticou o "secretismo" do plano e lamentou o facto de o Governo da República ter ignorado a disponibilidade do PS-M para participar num "plano de futuro para a Madeira".
A intervenção, que animou a bancada do PS, foi secundada por pedidos de esclarecimentos de todas as bancadas, com os deputados da Madeira em destaque. Hugo Velosa, do PSD, não gostou das críticas a um acordo que considerou "positivo" e aproveitou a deixa para recordar os resultados eleitorais do PS na Região, que desceu aos 14%. "Os madeirenses bem sabem que não devem nada ao PS-M", criticou. O social-democrata recordou ainda que também quando o PS nacional andou a negociar com a 'troika' não houve debate no parlamento nacional. Na resposta, Jacinto Serrão avivou a memória da bancada laranja, a lembrar que o acordo levou a assinatura do PSD e do CDS nacional. "Onde está o secretismo?", perguntou.
Já José Manuel Rodrigues entrou na discussão para concordar com muito do que Serrão disse, mas para lembrar que "o PS pode ter razão, mas não tem legitimidade". O líder do CDS-M não se inibiu de apontar o dedo à governação de Jardim, nem de criticar o acordo para a assistência financeira, que constitui um verdadeiro "massacre fiscal para os madeirenses". Rodrigues foi duro com Jardim, mas isentou o Governo da República de responsabilidades nesta matéria, revelando que foi o Governo Regional quem escolheu as medidas.

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