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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Notícias do Congresso



'Mea culpa' de Jardim resolvia diferendo das lei das finanças

Serrão quer governar em 2011, com novo modelo e total autonomia do PS nacional
DN Data: 25-01-2010
Jacinto Serrão está a jogar para a vitória nas regionais de 2011, mesmo que isso implique uma descolagem do PS nacional. Esta é uma das mensagens que Almeida Santos, presidente honorário do PS, deve levar, a pedido do novo líder regional, para Lisboa. O presidente dos socialistas madeirenses foi, ontem, à sessão de encerramento do XIV Congresso do PS-M deixar uma certeza: a estrutura regional vai se reger por uma linha de orientação própria e isso inclui as questões subjacentes à lei das finanças regionais cuja viabilização seria, a seu ver, facilitada com um 'mea culpa' de Jardim."Estou certo que, se o Governo Regional for ao Continente explicar que errou - e que esse erro tem prejudicado a Madeira -, terá um bom acolhimento por parte do Governo da República", vincou, numa alusão às perdas financeiras decorrentes de negociações feitas com base "num PIB empolado".Serrão não quis poupar nos 'puxões de orelha' e estendeu as reprimendas ao ministro das Finanças cuja ameaça de demissão, se houver uma nova Lei de Finanças das Regiões Autónomas (LFRA), foi noticiada, esta semana, pelo DIÁRIO."O interesse da Madeira e dos madeirenses não se compadece com a irresponsabilidade e com os insultos permanentes do Governo Regional ao Governo da República, mas também não se compadece com algumas teimosias do ministro das Finanças", criticou o líder do PS-M.Num dos momentos mais aclamados de um discurso que foi aplaudido de pé pela esmagadora maioria dos militantes presentes no Hotel CS Madeira, Serrão apelou aos governos Regional e da República, "e ao próprio PS nacional, que se deixem de alguns comportamentos que inviabilizam um desfecho positivo em torno deste problema [a revisão da Lei das Finanças Regionais]".Ontem, o antigo deputado na Assembleia da República quis esclarecer que não tem a consciência pesada no que diz respeito à lei das finanças regionais e ao processo conduzido pelo Governo da República que reverteu, em 2007, num péssimo resultado eleitoral para o PS-M.Serrão garantiu ainda que sempre alertou, desde 2004, o Governo da Madeira para as consequências de um PIB empolado. "Se pensam que esse assunto é um tabu para mim, enganam-se", ironizou. Serrão esclarece Almeida SantosAo novo ciclo do PS-M, o líder confirmado ontem em congresso, quer fazer corresponder um partido "forte", "unido" e com "credibilidade". Ganhar o Governo, em 2011, depende também da capacidade do PS-M para apresentar aos madeirenses um modelo de desenvolvimento alternativo. Para Serrão a maioria das "obras de encher o olho" elogiadas pelo presidente honorário do PS à entrada do Congresso (ver página ao lado), representou centenas de milhares de euros "gastos em investimentos inúteis como a Marina do Lugar de Baixo" ou em infra-estruturas "não prioritárias" como os estádios. "Nem tudo o que reluz é ouro", enfatizou o líder do PS-M, acrescentando que, "apesar de tudo parecer desenvolvimento", há "falhanços clamorosos deste Governo com mais de 30 anos". Numa reacção que pode ser entendido como uma resposta aos elogios de Almeida Santos à obra de Jardim, Serrão lançou ainda um alerta para os feitos da "propaganda do regime" social-democrata, capaz de empolar o desenvolvimento, de esconder a pobreza e de usar 'bodes expiatórios' como o PS, o Governo da República e a LFRA para ilibar Jardim de responsabilidades sobre "o actual estado de coisas".Um programa para as pessoas Em alternativa "à obra feita com dinheiro emprestado", a um sistema regional de Educação com "os piores indicadores da Europa" e a um "sistema regional de Saúde despesista", o presidente do PS-M promete acabar com as assimetrias no desenvolvimento regional, avançar com planos de combate à pobreza e apostar na criação de emprego.Serrão quer avançar com debates sobre a realidade política na Região, um primeiro passo, adiantou, para a preparação de um Programa de Governo. "O partido Socialista da Madeira está em condições de governar e de lutar ombro-a-ombro com o PSD", concluiu o líder do PS-M.
Patrícia Gaspar
JM 25-01-10

«A Madeira é uma preciosidade hoje e não era quando (Jardim) tomou posse»
Almeida Santos deixa elogios à obra de Jardim
O presidente do Partido Socialista foi ontem ao encerramento do XIV Congresso do PS-Madeira elogiar o trabalho feito por Alberto João Jardim na Região.«Quem me dera a mim que todo o país tivesse o desenvolvimento que a Madeira tem neste momento», confessou o histórico socialista, em declarações aos jornalistas, momentos antes de terminar o IV Congresso do PS-Madeira.«Eu não gosto da maneira como o Dr. Alberto João Jardim faz política, sempre disse isso, mas admiro a obra que ele realizou no plano do equipamento urbano, no plano do equipamento rodoviário, no plano do equipamento turístico. A Madeira é uma preciosidade hoje e não era quando ele tomou posse. Isto tem de ser reconhecido», disse o presidente dos socialistas portugueses.Mas estas referências elogiosas de Almeida Santos a Jardim serviram-lhe também de argumento para explicar outra matéria, cara aos socialistas. A manutenção da actual lei de Finanças Regionais (LFR).Alegando que o Estado tem «um défice financeiro grave» e «não está livre para ser generoso como às vezes desejaria ser», o histórico do PS já vai deixando a sua influente opinião: «nem tudo o que é justo é aprovável numa situação de crise»; «muitas dotações financeiras ao nível regional fazem uma grande dotação ao nível nacional»; «ou nós temos juízo e não aprovamos despesas levianamente ou não combatemos a crise»; «a revisão da lei até pode ser justa mas nem tudo o que é justo é oportuno; e «neste momento, gastar dinheiro é inoportuno por mais justo que sejam os fundamentos ou razões dessa medida». Estava assim conhecida a posição do presidente socialista.Porém, as referências elogiosas ao trabalho de Alberto João Jardim, dentro e fora do congresso, levaram o reeleito presidente do PS-M, Jacinto Serrão, a ter de «demonstrar» que «nem tudo o que reluz na Madeira é ouro».Respondendo a Almeida Santos, O dirigente madeirense referiu que o PIB estava empolado pela Zona Franca, que o desemprego estava nos 11%, que a pobreza na Madeira atinge 1/3 da população e que a dívida regional já é superior a 100% do PIB.«Só com um novo paradigma de governo é que é possível mudar», disse, prometendo novas políticas e um programa eleitoral centrado nas pessoas.Importa ainda referir que o histórico do PS, Almeida Santos, também se pronunciou sobre o Orçamento do Estado (OE) para dizer que seria uma «irresponsabilidade» se o mesmo não fosse aprovado. Em sua opinião, o Governo da República até nem se aguentaria. Crê, contudo, nessa aprovação, ainda que graças a abstenções.Resta referir que na eleição para os órgãos ontem no congresso Bernardo Trindade foi eleito presidente da Comissão Regional, que Américo Pereira chefia agora a Comissão Regional de Fiscalização Económica e Financeira e Gregório Pestana lidera a Comissão Regional de Jurisdição.

Alberto Pita

O XIV Congresso

Estou satisfeito com o trabalho dos delegados. A avaliar pelo conteúdo da esmagadora das intervenções, nós demos um sinal de maturidade política e de um partido com cultura de poder.
E, como Presidente do PS-Madeira, quero agradecer participação dos dellegados no XIV Congresso. Com os contributos ficamos com uma boa base de trabalho pata os próximos tempos
para afirmar o PS-M com visão de futuro, com cultura de poder, com políticas alternativas e soluções para os problemas.


DN-Madeira:
Unidade quase limitada ao desejo de união
"Se me quiserem criticar têm o meu telemóvel (...). não vão para a comunicação"
Data: 24-01-2010 Comentários: 1


União e unidade foram das palavras mais ouvidas no primeiro dia do XIV Congresso Regional do PS-Madeira. Mas união e unidade viram-se poucas no CS Madeira, onde o encontro está a acontecer. Além das intervenções de Jacinto Serrão e Victor Freitas, com directas e indirectas de um ao outro, estiveram divididos os congressistas nas manifestações de apoio ao que ia sendo dito. Até na Mesa, eleita por método de Hondt, notava-se que raramente havia manifestações no mesmo sentido. Ora quatro batiam palmas e os outros quatro ficavam a olhar, ora acontecia o contrário. Quando Jacinto Serrão entrou em direcção à Mesa, foi aplaudido de pé... por alguns. Outros ficaram sentados, outros ainda nem aplaudiram o novo líder. A divisão foi também receio dos congressistas, claramente notada nas conversas com eles estabelecidas. Todos diziam esperar que o partido saia unido hoje à tarde, mas poucos afirmaram acreditar que isso venha a acontecer. Mesmo assim, houve alguns sinais de união. Foi possível um acordo para a Comissão de Honra. Houve unidade nos discursos de que é preciso unidade. Houve unidade e quase unanimidade total na aprovação das alterações aos estatutos, propostas por Victor Freitas. Houve unidade nos apelos de Jacinto Serrão e de Victor Freitas à aprovação das duas moções de estratégia global. Houve ainda unidade na atribuição de culpas internas para o estado actual do PS. Unidade também nas acusações políticas ao PSD e nas culpas atribuídas a uma comunicação social hostil. As moções globaisJacinto Serrão assumiu que ia falar pouco da moção. Começou por garantir que "as disputas acabaram no dia 9 de Janeiro" e que vai tudo fazer para que haja unidade. Apelou à participação interna e prometeu criar condições para isso acontecer. "Os militantes não terão alibi, necessidade, de ir para a comunicação social dizer o que devem dizer no interior do partido". Foi a primeira de muitas vezes que falou da comunicação social. Mais tarde uma (in)directa para Victor Freitas. "Muita gente diz que a unidade não se faz com palavras, mas actos. Eu concordo com isso." Ainda sobre as divisões internas, afirmou não ter medo das críticas. "Mas se me quiserem criticar têm o meu telemóvel, dirigem-se a mim e façam-no olhos nos olhos e não vão para a comunicação social". Só depois falou da moção e do que pretende, em concreto, como a criação do gabinete de apoio às estruturas de base e autarcas e a reactivação do Conselho Consultivo. Referiu-se aos temas da educação, do modelo de desenvolvimento económico, da pobreza, da saúde e da gestão e o papel do sector público. Victor Freitas, ao contrário de Serrão, prometeu falar da sua moção, mas acabou por fazer o mesmo tipo de abordagem, ainda que seguindo a estrutura do documento que apresentou ao Congresso: partido e sociedade; novo modelo de desenvolvimento; e regime democrático.O ex-candidato a líder deixou dois desafios ao novo líder: "Em 2011, recuperar os resultados de 2007, alcançados sob a sua liderança" e "faça a unidade".Só que, não uma unidade a qualquer preço. "A unidade é importante, mas não feita a qualquer custo, nem com a exclusão dos que nos apoiaram". Victor Freitas acusou os adversários internos de andarem a contactar os delegados eleitos nas suas listas para mudarem de posição. "Quero uma unidade de diálogo, não de exclusão.". Freitas disse que o partido tem andado num discurso de ziguezague que beneficia os adversários. Pediu ainda ao partido que não ande a reboque de ninguém e que parta para um trabalho conducente a uma proposta própria de Lei de Finanças das Regiões Autónomas. Quotas pagas continuam a dar que falarContestado por vários militantes socialistas, o pagamento de quotas nas directas do início do mês foi um dos temas fracturantes, durante o congresso de ontem.Pela voz do militante Miguel Fonseca chegou mesmo a defesa da instituição de um valor residual, mas foi Jaime Leandro quem proferiu as críticas mais duras, chegando ao ponto de falar em "arruaceiradas nas mesas de voto".As palavras do deputado socialista não agradaram ao ex-candidato do partido à Câmara de Câmara de Lobos. Carlos Gonçalves aproveitou a sua intervenção, no período de discussão das moções globais, para questionar Jaime Leandro sobre "o que fez na caixa multibanco junto à sede do PS de Câmara de Lobos", em tempo de eleições para a liderança socialista. A intervenção de Carlos Gonçalves valeu-lhe, posteriormente e à margem do congresso, duras críticas por parte de alguns militantes câmara-lobenses. O próprio Jaime Leandro trocou algumas palavras com o professor que tentou depois minimizar o episódio. Rancores travam um PS-M desesperado por consensoCento e vinte e uma referências à palavra unidade - contas anunciadas ao microfone por um militante - não bastaram para convencer todos os que assistiram, ontem, ao primeiro dia de trabalhos do XIV Congresso do PS-M. O resultado foram trocas de acusações, vaias e muitos apelos à conformidade de esforços. Diz o ditado popular que, depois da tempestade, vem a bonança, mas, apesar de previsível, o resultado final da reunião de ontem - a votação por unanimidade das moções globais de Jacinto Serrão e de Victor Freitas (ver página 16) - fez muita gente suspirar de alívio."Gostaria de perguntar aos dois - ao Jacinto e ao Victor - se estão disponíveis para que votemos este livro que abarca as duas moções". Ao final de um dia de trabalhos, a frase de Bernardo Trindade, presidente da mesa, acabou por ser um dos grandes momentos do congresso do PS. Antes, porém, do sim unânime às propostas dos candidato derrotado e do líder dos socialistas madeirenses, a fragmentação partidária foi uma constante. Terceiro a tomar a palavra entre 30 inscritos para o período de discussão e aprovação das duas moções políticas globais, Góis Mendonça, ex-líder da Câmara do Porto Santo, ainda pediu a Victor Freitas e a Jacinto Serrão uma última tentativa para a apresentação a uma lista única. O que se seguiu, contudo, foi uma série de intervenções nada ajustadas à mensagem de unidade. Da parte do presidente da Comissão de Jurisdição, ficaram acusações sérias de "falsificação de boletins" nas directas do PS-M e de aliciamento de delegados. Eduardo Covas referiu-se mesmo à existência de "sacos azuis" e criticou fortemente alguns militantes por terem alegadamente vendido o seu voto "em troca de uma sopa". Não se pode dizer que o primeiro dia de congresso do PS tenha tido momentos mortos. A ironia e a troca de acusações foram, de facto, uma 'presença assídua', com a estrutura a revelar uma grande dificuldade em esquecer o passado e a ultrapassar certos 'rancores'. Da forma como o partido vem conduzido a negociação da Lei das Finanças, à retirada de confiança a Jaime Leandro e a Victor Freitas até as querelas nas directas, tudo serviu de pretexto para o combate interno. Jaime Leandro veio a público protestar contra o processo eleitoral e não esqueceu a entrevista de Gouveia, um depoimento que classificou de "uma vergonha de fazer corar". Na resposta, Guido Gomes, líder da concelhia do Funchal, acusou-o de se preocupar apenas com o ordenado e acabou por ser vaiado, num protesto veemente da audiência. No PS-M, conforme vincou Rui Caetano, não há santos. O que falta "às estrelas do partido" pode até ser tão simples, lembrou o militante António Castanha, como descerem à terra "para ouvirem o povo". Irmã de Victor Freitas desafia Almeida SantosFátima Freitas surpreendeu, ontem, ao desafiar Almeida Santos a partilhar com os madeirenses quem foi o cirurgião que lhe tratou das mãos depois de ter posto as mãos no fogo por Jardim. O presidente honorário do PS participa hoje no encerramento do Congresso do PS. Em jeito de ironia, a jovem socialista recordou as declarações de Almeida Santos nas vésperas das regionais de 2007:"Não ponho as mãos no fogo por todos, mas por ele [Jardim sim]". Porto Moniz dá cem militantesÉ o que pode ser chamado um presente para o novo líder do PS-Madeira. Hoje são entregues a Jacinto Serrão cerca de uma centena de pedidos de adesão ao partido, todas eles vindos do concelho do Porto Moniz. Emanuel Câmara é um desses novos militantes e tem a companhia, por exemplos, dos presidentes das Juntas de Freguesia das Achadas da Cruz e do Porto Moniz.Câmara, vereador na autarquia porto-monizense diz que a ideia é ganhar força no partido. Fazer corresponder no interior do PS a realidade do terreno, mas com o objectivo de "credibilizar", vinca Emanuel Câmara. O vereador diz que, "depois de muitos anos como independente, chegou a altura de dar a cara".É um reforço das bases do partido, no que quase poderia ser entendido como uma resposta aos apelos e intenções que os dois principal protagonistas dos últimos tempos no PS, manifestaram no Congresso.Serrão anunciou a criação do Gabinete de apoio aos militantes de base e aos autarcas. A ideia é valorizar o trabalho de todos eles. "Procuraremos mobilizar todos os militantes", garantiu o novo líder. Victor Freitas, na mesma linha, enalteceu-os e atribuiu-lhes um valor acrescentado no interior do partido.O candidato a líder derrotado lembrou também que é necessário cativar independentes para o partido, mas não apenas para conquistar mais uns votos. "É preciso trazer independentes para o PS e não os hostilizar quando estão no partido". Órgãos do Congresso em duas listasA eleição para a Mesa contou com duas listas, assim como para a verificação de poderes.No primeiro caso, a lista A (Serrão) elegeu 4 elementos (116 votos) e a B (Victor Freitas) outros 4. A Mesa está a ser presidida por Bernardo Trindade. A de verificação ficou 3 (lista A) e 2 (lista B). Mesa de Honra por unanimidadePara a eleição da Mesa de Honra houve unidade de listas, resultante de um acordo entre Victor Freitas e Jacinto Serrão. Houve 168 votos a favor, 48 brancos e dois nulos. Fazem parte daquele órgão do Congresso: Emanuel Jardim Fernandes; Mota Torres; Góis Mendonça; António Loja; e Rosa Canha. PSD em vez de PS trama Pedro FontesO representante do PAICV fez uma intervenção que acabou por ficar marcada pelas gafes. Insistentemente disse PSD, quando se referia ao PS. Pedro Fontes disse que o PAICV também teve derrotas, mas conseguiu vitórias. E disponibilizou: "Podemos vir até à Madeira ajudar no combate ao dito cujo". Eduardo Cova diz-se incompreendidoO presidente da Comissão de Jurisdição diz-se "alvo de incompreensões", que, apesar de "aceites nos contextos inseridos", não deixam espaço às "animosidades". Criticou também a Comissão Nacional de Jurisdição por entravar os processos da Madeira: Mulheres socialistas e expulsões de faltosos graves. Hélder Silva chama líder a Victor FreitasO líder parlamentar do PS-A trouxe uma palavra de incentivo ao PS-M. Incentivou o novo líder e Victor Freitas que está "à frente do grupo parlamentar", disse. Há quase um ano que Freitas não é líder parlamentar. Depois dele foram André Escórcio e João Carlos Gouveia. Não foram notados no PS-Açores. Francisco Dias em vez de GouveiaCoube a Francisco dias apresentar o relatório da actividade do Secretariado, um documento assinado por João Carlos Gouveia. Na discussão do relatório intervieram Rui Caetano, André Escórcio e Ricardo Freitas. Este criticou o PS por manter silêncio no caso do afastamento de Victor da Assembleia Legislativa. Gouveia põe lugar à disposiçãoComo vem sendo tradição no PS-M, após os congresso regionais, João Carlos Gouveia vai pôr o seu lugar, de presidente do grupo parlamentar, à disposição dos novos órgãos do partido. Isso mesmo confirmou ao DIÁRIO. Será na primeira reunião da nova Comissão Política, a sair da Comissão Regional. Site de desactualizado a "em construção"O site do PS tem estado quase sempre desactualizado, com uma ligeira excepção ao período de eleições. Ontem, o site deixou de estar desactualizado e passou simplesmente a não existir. Em www.psmadeira.com apenas existia um boneco e a informação "PS - site em manutenção". Summer Time só para alguns congressistasA informação de Bernardo Trindade foi clara. Para almoçar havia que sair do hotel, virar à esquerda e ir até ao Summer Time. Uns 5 minutos a pé. O problema é que o Summer Time não chegou para todos. Houve congressistas a queixarem-se, alegadamente por não terem tido comida. Militantes de BaseAurora de Jesus, Câmara de LobosEstou gostando muito dos trabalhos e espero que o partido se entenda e que vá para a frente. Espero que o partido saia mais unido do que tem estado. José António Nunes, Santa CruzHá condições para o partido sair unido. Basta que as pessoas se entendam. Mas só elas é que sabem se querem unir-se ou não. Deixo um apelo a essa unidade, se não é a morte do PS.
Élvio Passos e Patrícia Gaspar

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Nomes só no Congresso

Jacinto Serrão não comenta "questiúnculas" das eleições e apela à unidade
Data: 15-01-2010 Comentários: 1

A direcção do PS-M que será liderada por Jacinto Serrão só deverá ser conhecida depois do próximo congresso. O novo líder eleito nas 'directas' já prepara a equipa, mas lembra que competirá à nova Comissão Regional eleger a comissão política e os outros órgãos do partido. O mesmo em relação à liderança parlamentar. Jacinto Serrão garante que conta "com todos" e reforça os apelos à unidade. Uma estratégia que mantém desde que foram conhecidos os resultados da votação. "Os madeirenses estão a olhar para nós e esperam muito do PS-M", justifica. O facto de ter protagonizado, com Victor Freitas, a disputa mais renhida de sempre na corrida à liderança, decidida por poucas dezenas de votos, não constitui problema. "O que é inegável é que a maioria dos militantes, através do seu voto, me deram a maioria para ser líder", afirma. Para Serrão, a disputa com Victor Freitas "acabou no dia das eleições" e rejeita a existência de facções dentro do PS-M. "O que é salutar é haver opiniões diferentes e livres, o que não acontece, por exemplo, no PSD-M", acusa. Promessas de lugaresEmbora o novo líder apele à unidade, elementos afectos à candidatura que saiu derrotada referem 'jogadas' de última hora, sobretudo na secção de Água de Pena, que terão garantido a vitória de Serrão. A oferta de lugares no grupo parlamentar poderá estar entre as estratégias, mas o novo líder do PS-M garante que não vai "alimentar" mais "questiúnculas" que, segundo ele, "só fragilizam o partido". Serrão deixa bem claro que, para ele, as incidências eleitorais são "passado" e que o importante é recuperar o partido. "Temos de recuperar o eleitorado perdido para os partidos pequenos e recuperar a cultura de poder, para sermos alternativa", afirma.
Jorge Freitas Sousa
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Anónimo : Actualizado: 15-01-2010 12:37:38 Não deixe que sejam os jornais a formar a sua equipa: Já é hábito em Portugal que os jornais e as televisões escolham as esquipas dos políticos, por isso não deixe que isso aconteça. Agora o que importa é por toda a gente unida porque a madeira merece uma alternativa credível e essa alternativa chama-se PS Madeira.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Serrão quer que Lisboa assuma compensação

Líder eleito diz que tem de ser o Estado a pagar a diferença do PIB da Zona Franca
Data: 14-01-2010 Comentários: 1

Eleito há quatro dias, Jacinto Serrão já fala e age como presidente do partido. Apanhado no auge do processo de revisão da Lei de Finanças regionais, o novo líder já está em contactos com dirigentes nacionais para influenciar a posição do PS, e do Governo de Sócrates, no sentido de adoptar critérios mais justos na nova versão da lei que regula as transferências do Orçamento de Estado. O que Serrão pretende hoje é o mesmo que defendia em 2007: que o Estado suporte a diferença entre o Produto Interno Bruto (PIB) real e o PIB empolado. Ou seja, que se apure qual a verdadeira implicação do PIB gerado na Zona Franca e o que efectivamente fica na Região. O diferencial deve ser assumido pelo Estado a título compensatório. Esta sugestão tem vindo a ser apresentada pelo novo líder socialista nos últimos dias. Além de já ter falado com o deputado do PS-M na Assembleia da República, Serrão também já teve contactos com a liderança parlamentar em São Bento. Ao contrário das respostas que ouviu em 2007, desta vez nota maior abertura do PS nacional para seguir esse proposta. Espera agora que o PSD avance pelos caminhos da "diplomacia e não do confronto" para que a Madeira não seja prejudicada. Sobre os 157 milhões que a actual lei retirou à Madeira nos últimos três anos, Serrão diz que o valor em causa pode revelar a injustiça do critério que agora quer rever, mas não justifica os problemas que a Madeira tem. Esses, acrescenta, devem-se "à má governação" do executivo de Jardim.
Miguel Silva
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Anónimo : Actualizado: 14-01-2010 10:53:45 Claro, o que nos lixa é o PIB da zona franca!: O Dr Jardim andou a dizer que eramos todos ricos na Madeira, perdemos 500 milhoes de euros da europa e ainda levamos com a lei das finanças mal negociada entre os governos da madeira e de lisboa, tudo por culpa do PSD Madeira e depois tentam sacudir a água do capote culpando o Dr. Jacinto Serrão porque era deputado do PS Madeira em Lisboa naquele tempo. Fartaram-se de o queimar naquele pasquim madeira livre. É mesmo política rasca esta do PSD Madeira!
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Aos Delegados dos XIV Congresso

Caro(a) camarada,

Como Presidente eleito do PS-Madeira quero agradecer a sua participação no acto eleitoral onde fui eleito, aproveitando também para endereçar-lhe os meus parabéns pela sua eleição para o XIV Congresso, a decorrer nos próximos dias 23 e 24 de Janeiro.

Mais do que a minha eleição, a participação dos militantes nestas eleições deixa-me extremamente satisfeito e significa uma garantia de que o nosso Partido continua activo e a demonstrar que é uma grande força política na Região. Os militantes socialistas mostraram que estão disponíveis para os combates políticos que se seguem, dispostos a lutarem pela alternativa política que torne a RAM um lugar melhor para viver, com mais justiça social, mais e melhor emprego, melhor saúde, melhor educação, melhor democracia e em que todos se sintam cidadãos de pleno direito e igualmente respeitados, independentemente das suas opções políticas.

O Partido Socialista deve garantir aos cidadãos da Madeira e do Porto Santo que está preparado para assumir o poder na Região. Os eleitores estão preparados para a mudança, só precisam de reconhecer ao PS-M a credibilidade necessária, nos seus militantes e dirigentes e nas suas propostas para resolver os problemas da Região. Esta é a grande responsabilidade que está nas nossas mãos.

O maior factor de fraqueza do PS-M, ao longo dos tempos, tem sido as repetidas divisões sobretudo entre os seus dirigentes, já que a maioria dos militantes defende a unidade do Partido. Sei que a unidade tem sido a grande preocupação dos socialistas, que se confrontam quase diariamente com disputas entre dirigentes, com reflexos na comunicação social e com o desgaste eleitoral consequente.

Caros camaradas, no plano interno a Unidade será a minha maior preocupação, pois todos sabemos que unidos seremos mais fortes e credíveis. Unidos seremos mais respeitados, mas a Unidade não se constrói apenas com palavras. A Unidade realiza-se com actos concretos e com a abnegação sincera de todos.

Já no próximo Congresso todos teremos de dar esses sinais concretos de Unidade à sociedade. Os madeirenses e porto-santenses terão os olhos e os ouvidos colados ao Congresso, esperando que os socialistas dêem sinais de maturidade política e de cultura de poder. Só seremos credíveis quando nos unirmos em torno de objectivos comuns e bem definidos, em torno do interesse superior do Partido.

Tenho confiança em si, caro camarada, e sei que a minha vontade corresponde aos seus desejos de um Partido forte e credível, para disputar e ganhar eleições. A maioria dos militantes votaram no candidato que acharam por bem ser o Presidente e o Partido é só um. Logo após a minha eleição, declarei que sou o Presidente de todos os socialistas. Os militantes compreenderam as minhas palavras e saberão confirmar isso no momento certo, ou seja, no Congresso, para bem do Partido Socialista e dos cidadãos da Madeira e do Porto Santo.

Plenamente convencido da sua colaboração, envio-lhe saudações socialistas e um abraço fraterno,
Jacinto Serrão

domingo, 10 de janeiro de 2010

Os Militantes decidiram

A maioria dos militantes votaram e mim para liderar o PS-M.
A partir de hoje as disputas entre candidaturas acabaram.
Somos militantes dos socialistas e eu serei o Presidente de todos sem excepção.
Agradeço a confiança em mim depositada e cumprimento o camarada Victor Freitas.




Jacinto Serrão lidera PS-Madeira

(fonte: http://www.ps.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=2615&Itemid=27 )

Jacinto Serrão venceu as eleições directas do líder do PS-Madeira, disputadas nos dias 8 e 9 de Janeiro."A minha ambição é a ambição de todos os militantes socialistas: transformar o PS na força capaz de fazer a viragem política na Madeira", declarou o ex-deputado do PS à Assembleia da República que regressa à presidência dos socialistas madeirenses.

Na sua moção “Confiança no Futuro” que será debatida no XVI Congresso Regional do PS-Madeira, a realizar nos próximos dias 23 e 24, Jacinto Serrão propõe-se afirmar este partido como “alternativa séria e credível” de governo regional e gerar confiança no eleitorado.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Confiança no Futuro

Na apresentação da Moção, ante uma sala repleta e entusiástica de apoiantes, como foi possível constatar no local e pela RTP-Madeira, apresentei as ideias centrais da do projecto que pretendemos para o PS e, como é apanágio da minha candidatura, não preciso de atacar pessoalmente ninguém para fazer valer a força das nossas convicções, ideias e projectos para o Partido e para a Região.



DN-Madeira: Serrão rejeita candidatura de exclusão

Data: 14-12-2009 Comentários: 1
Jacinto Serrão aproveitou, ontem, o momento destinado à apresentação da Moção que vai levar ao XVI Congresso Regional do PS para garantir que a sua candidatura à liderança do partido não é, nem pretende ser um "ajuste de contas".O antigo líder do Partido Socialista e deputado na Assembleia da República (AR) quis deixar claro, perante uma sala bem composta na sede da Rua da Alfândega, que o seu projecto "não é de exclusão" e que defende ao invés uma unificação partidária."Esta candidatura não é de exclusão, não é de ajuste de contas, é pela coesão interna e pelo rigor e todos os militantes serão chamados a participar a vida do partido", afirmou.Jacinto Serrão adiantou ainda que a sua candidatura decorre "da vontade dos militantes e das estruturas de base do partido" e pretende ser uma fonte geradora de "confiança e de alternativa a 30 anos de poder do PSD" na Madeira.O deputado e candidato a presidente da Federação do PS da Madeira nas eleições de 8 e 9 de Janeiro tem como ambição "transformar o PS na força capaz de fazer a viragem política na Madeira".Intitulada Confiança no Futuro, a Moção de Serrão considera essencial a "revitalização das estruturas de base", como forma de levar o partido a melhores resultados eleitorais.A formação e o apoio aos autarca vão ser prioridade para a direcção que Jacinto Serrão espera liderar. O socialista quer criar um gabinete de apoio permanente aos autarcas, reactivar o Conselho Consultivo e dinamizar todas as estruturas concelhias cujo apoio diz ter conquistado quase maioritariamente.
P. G.
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Comentários

Anónimo : Actualizado: 14-12-2009 10:20:58 Assim é que se fala!: Está na hora de por a arrogância do PSD Madeira no seu sítio! O PSD não gosta deste candidato, por isso o tem tentado queimar sistematicamente no seu jornalzeco madeira livre mas quem não é ignorante, sabe que se este candidato ganhar a presidência do PS é o melhor que pode acontecer à democracia madeirense. Não excluir quem tem opinião diferente é importante e este candidato sabe disso.


Jornal da Madeira: Jacinto Serrão apresentou moção

Dirigentes a criar «afectos»
Jacinto Serrão quer os dirigentes do PS-Madeira fora dos gabinetes e no contacto com a população, sentindo as suas necessidades e criando «afectos» com os eleitores.Durante a apresentação da moção “Confiança no Futuro” que irá levar em Janeiro ao XIV congresso socialista, o recandidato à liderança do partido apresentou-se ontem, na sede do PS-Madeira, como o candidato «da inclusão e do rigor» e não da «exclusão» ou do «um ajuste de contas».Depois de ter sido o protagonista dos «melhores resultados de sempre do PS» em 2004 e 2005 mas também de ser a cara da derrota expressiva dos socialistas nas eleições antecipadas regionais em 2007, Jacinto Serrão quer «retomar os índices de confiança» junto do eleitorado e tornar o PS um partido «forte e credível».«O PS não é um partido dos pequeninos. O PS não é um partido igual aos outros partidos pequenos. O PS é um partido grande e de poder», disse o candidato, considerando que a população olha para o PS-Madeira «com a ânsia de ver o partido a disputar ombro a ombro com o PSD».Jacinto Serrão destacou também que a sua ambição não é controlar internamente o partido, definindo como objectivo ir, de eleição em eleição, fazendo com que o PS se torne no maior partido da Madeira.Caso se torne o sucessor de João Carlos Gouveia, o candidato prometeu criar um gabinete de apoio permanente às bases do partido e aos autarcas e activar o Conselho Consultivo do partido.Jacinto Serrão discursou para uma sala cheia de apoiantes, entre os quais se destacavam Emanuel Jardim Fernandes, Isabel Sena Lino e André Escórcio.
Alberto Pita

domingo, 13 de dezembro de 2009

Confiança no Futuro

Noticia do DN-Madeira
Serrão com apoio de 700 militantes
Candidato à Líder do PS diz ter a seu lado a maioria dos presidentes de concelhia
Data: 13-12-2009 Comentários: 1
São cerca de 700 os militantes que já subscreveram a Moção a apresentar, a partir das 11 horas, por Jacinto Serrão.O ex-deputado à Assembleia da República (AR) diz que a sua candidatura à liderança do PS-M obedece a um modelo diferente e que os seus mandatários são todos os apoiantes da Moção intitulada 'Confiança no Futuro'.Jacinto Serrão que defende uma maior aproximação às estruturas locais garante ter o apoio da "esmagadora maioria" dos líderes de concelhia, a começar por nomes como os de Avelino Conceição (Machico), Guido Gomes (Funchal), Óscar Teixeira (Santa Cruz) e Artur Silva (São Vicente).Nas concelhias sem presidente eleito, o antigo líder do PS conta com os apoios de Renata Sousa (Porto Santo), Francisco Dias (Ponta do Sol) e Carlos Gonçalves (Câmara de Lobos)."Até há quatro dias tinha 700 subscritores da minha Moção e ainda vamos a meio do processo, o que me deixa confiante na vitória", referiu, ontem ao DIÁRIO, Jacinto Serrão.O rival de Víctor Freitas na corrida à liderança do PS-M apresenta hoje, na sede do partido, a Moção 'Confiança no Futuro'. Do documento a levar ao congresso de 23 e 24 de Janeiro, Serrão destaca a defesa de rigor na organização e na gestão dos recursos do partido. O reforço nas acções para mobilização dos militantes e unificação do partido é outra das propostas do socialista. Pública é também a intenção de Serrão em criar um Gabinete de Apoio Permanente aos Autarcas e de reactivar o Conselho Consultivo do PS.
Patrícia Gaspar
Comentários

Anónimo : Actualizado: 13-12-2009 11:18:27 É com este candidato que o PS vai para a frente!: Este candidato sim sabe como lidar com este regime que se vive na Madeira, tem experiência e boas ideias para acabar com muitos abusos na Madeira por isso espero que seja ele o novo presidente do PS para por esta ilha na linha! O PSD passou a vida a queimar a imagem do Dr. Jacinto Serrão no pasquim do regime e naquele Madeira Livre, mas mesmo assim, há muita gente que publicamente passa a imagem que apoia o PSD com medo de não perder o emprego mas fazem a cruzinha no PS e apoiam o Dr. Jacinto Serrão. São muitos meus conhecidos que fazem isto, toda a gente pensa que são PSD mas votam no PS e já disseram que o "Dr. Jacinto tem de ganhar senão isto está lixado"!
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Conselho Consultivo



Confiança no Futuro




Serrão quer reactivar conselho consultivo
Se vencer o congresso, serrão quer reflexão com históricos e independentes
Data: 28-11-2009


Intensifica-se a disputa eleitoral do PS e aumentam as propostas e ideias dos dois candidatos à liderança socialista. A candidatura de Jacinto Serrão anuncia agora a intenção de reactivar o conselho consultivo do PS, órgão que tem estado longe dos objectivos com que foi anunciado por João Carlos Gouveia antes do último congresso. A ideia de Serrão é criar uma estrutura de reflexão que ajude a sustentar as políticas socialistas dentro da ideologia do partido mas sem se fechar na esfera partidária. Para isso, o agora candidato a presidente do PS-M conta com militantes históricos, não apenas no mediatismo mas , sobretudo, na ligação ao PS na Madeira, gente que está com o partido desde 74 e que deve ser chamada a colaborar mais activamente. Neste momento, Serrão já tem o apoio de alguns deles e conta manter essa ajuda depois de ganhar, se ganhar, o congresso de Janeiro. São militantes da primeira hora, diz Serrão, como é o caso de Américo Clemente, Ângelo Paulos, Ana Castro, Maria Antónia (viúva do fundador do PS-M Gil Martins) ou Rosa Canha (viúva de João Conceição). Aurelim Freitas, que esteve na direcção de Gouveia, o comandante da marinha Tolentino Andrade e o piloto Valério Andrade são outros nomes que Serrão aponta como elementos que além de valorizarem a candidatura podem ser chamados a um eventual órgão como o conselho consultivo. Serrão insiste na candidatura de unidade e na necessidade de envolver militantes para afirmar o PS-M como um partido credível. Mas lembra também que é preciso retomar a ligação aos independentes e acredita que a existência de um conselho consultivo pode ser um importante fórum de reflexão que quer potenciar.
Miguel Silva




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

As guerras tontas

Não consigo entender qual o alcance destas guerras e ódios que continuam a massacrar o PS-Madeira no pelourinho da comunicação social.

Coelho com Victor contra Serrão (DN 01-11-09)

http://www.dnoticias.pt/default.aspx?file_id=dn04010103011109

Coelho culpa Dias e Gouveia pela descida na Ponta do Sol (DN 04-11-09)

http://www.dnoticias.pt/default.aspx?file_id=dn04010101031109

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